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3 de jul de 2014

O vírus da burrice

Toda a semana, todos os dias é possível ouvir recomendações para não abrir mensagens de remetentes desconhecidos. Não abra links, não abra mensagens de desconhecidos, instale anti-vírus, anti pishing, firewall, etc, etc, etc ad infinitum. Mas basta um curioso receber uma mensagem que desperte sua curiosidade e pimba! 

Pois bem. Anote aí : R$8.000.000.000,00. É isso! Oito bilhões.

Este é o valor "doado" até agora por burrinhos(sem querer ofender os quadrúpedes, por favor!) aos espertinhos. 

Como? Com uns cliques em palavrinhas e arquivos, o dono do computador abre a porta  para que os espertalhões coloquem um programinha no computador. Ele não se denuncia. Fica quietinho esperando a chance. Maldita curiosidade.

Quando o incauto efetua qualquer operação bancária(pagamentos principalmente), os danadinhos acessam a conta, acessam tudo e fazem uma limpa na conta bancária. Você paga uma conta com código de barras e acaba dando o dinheiro pra eles. Faz uma transferência e lá estão eles.

Os personagens burrinhos podem ser qualquer pessoa que tenha Windows. Pô, Bill Gates, faça-me o favor! Os espertinhos, infelizmente, fazem parte de uma quadrilha brasileira.

A FEBRABAN  faz boca de siri. O Banco do Brasil trava meu laptop com seu fajuto e temerário anti-vírus.

Mas tem solução a partir do usuário. Coloque suas contas em débito programado, débito em conta, ou seja lá a nomenclatura que seu banco use. Não pague via internet.

Mas principalmente, faça uma campanha com seus conhecidos, empregados, colegas, família e qualquer pessoa que tenha computador, para que abdique do selo de burrinho e pare de abrir mensagens, arquivos e links de endereços desconhecidos. 

Banco não manda mensagem por e-mail. Banco não telefona para conferir cadastro.

Ensine a usar as configurações da conta de e-mail para definir filtros e determinadas palavras e remetentes como riscos. As mensagens vão diretamente para a lixeira. Escolha limpar a lixeira sem ver o que está lá. Resista à curiosidade. Ela tem um preço. Até agora foram oito bi. Chega, né?