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26 de nov de 2009

Dê um ciao para a Lua

Aviso: faço notar que há uma tênue ironia no texto. Aviso, pois, a exemplo do que ocorreu com a história dos probióticos, algumas pessoas não leem o texto todo, nem com a devida atenção, ou não conseguem perceber que colocar um texto duvidoso num blog pode ser pura ironia.

Então vamos lá a uma leitura de mente aberta.

Bye, Bye, luazinha!

Eu não disse que esse negócio de ficar dando tirinhos na Lua  iria tirar o romantismo da bonitona?

Eis que dos tantos documentários vejo um que trata do afastamento dela de nosso planetinha. Viu? Emburrou. Está se afastando 3,8 cm por ano. Aumentando a órbita. O que isso tem a ver? Pesquise, mas eu adianto:  a posição do eixo da Terra tem a ver, sim senhor!

E nós com isso? Então não lembra que o Saara já foi uma floresta tropical lindona como a nossa Amazônica e que bastou um leve movimento do eixo do planeta feroz para que virasse areia? Lindo, mas areia.

E por favor, me poupem de apocalipses bíblicos, calendários maias e similares. Estou tratando de um planeta e de um satélite, que não tem nada a ver com misticismo nem com religião. Expansão do universo, já ouviu falar? Então...

Mas se gostam de sofrer por hipótese, que tal calcular em quando tempo nossa bolinha azul começará a sambar e a jogar os mares sobre todos nós e o fogo que lhe habita as entranhas morro abaixo, a secar nossos rios(viu como estão os peixes em mais uma seca na Amazônia, por falar nisso?), a elevar continentes e a afundar outros?

No resto do mundo ou os rios fogem dos leitos, ou as represas soltam seu conteúdo, as geleiras despencam no mar, os furacões varrem cidades, os temporais castigam meus amigos catarinas, paulistas, paranaenses, gaúchos, mineiros(José avisa que no sul de Portugal não pinga do céu faz tempo), o fogo come a Califórnia e  a Austrália, o filho do Krakatoa pode se levantar a qualquer momento e afogar indonésios, melanésios e outros ilheus, e o Grand Canyon, que nada mais é que a cratera de um vulcão, virge! imaginou o estrago?

Tem de tudo: alegria e muita vida para quem quer ver e desgraça a curto, médio e longo prazo para quem usa óculos negros.


20 de nov de 2009

Os vídeos da onda

Aqui você escolhe o vídeo sobre a onda.

Aqui você acompanha o
vídeo e comentários de manezinhos sobre a onda gigante que assustou a todos.

Para todos os gostos e sustos

Passamos a manhã e a tarde sufocados de tanto calor e importunados com vento Norte/Nordeste. Às 16:00 horas cessou tudo. Vento nenhum.  Gata escaldada, já sabia que coisa boa não viria. A rajada inicial tocou meus sininhos no corredor e em menos de um minuto já era urgente fechar as janelas que dão para o mar.

Rajadas fortíssimas. A temperatura baixou de repente, dando alívio, mas trazendo preocupação. Pelas janelas vi pelo menos 8 barcos dos quase 20 que estavam ancorados na enseada do Pântano do Sul, indo contra o vento em direção à linha do horizonte. Os esguichos d'água cobriam as embarcações. Parecia fora de propósito enfrentarem o vento direto na proa. Intrigada, fiquei acompanhando, sem entender por que não buscavam abrigo na costa da ilhota à esquerda, que faz parede para o vento sul.

Mandei SMS para o filho, no centro da cidade. Que se precavesse. Os ventos eram cinematográficos.

Alguns pingos de chuva e só. O vento durou pelo menos uma hora e quase fazendo graça aparece o sol. Coisa de maluco! Foi o que me ocorreu.

À noite filho liga, enquanto ainda  se ouviam trovões e o céu era iluminado com relâmpagos exagerados. Estamos quase no escuro, mãe.

Ele avisa que carros e barcos foram atingidos por enorme onda aqui na praia. Explico: não tenho acesso a TV local e só recebo notícias da cidade assim, por tabela, ou clicando na rede.

Foi na telinha que encontrei algumas fotos hoje cedo. A foto em que aparece o carro na praia é daqui.

Do lado esquerdo das areias ficamos com sujeira e plantas quebradas, mas nada grave. Já no lado direito, no povoado do Pântano, segundo a imprensa, a onda teve perto de 3 metros de altura e jogou barcos contra os carros, que, teimosamente, estacionam em frente aos restaurantes, sobre a larga faixa de areia. Assim entendi a fuga apressada dos pescadores.

Mais detalhes do que aconteceu em Santa Catarina, no Diário Catarinense.

Para melhor entender, essa é a imagem espacial aqui de onde eu moro. À direita da tela, o local onde a onda varreu a praia.

O jeito é seguir com a vidinha de sempre, esperando o próximo.

Obrigada pela preocupação, menina Pitanga.

14 de nov de 2009

Gaste dois minutos

Assine  esta petição e exija que eles diminuam a fome no mundo.

Bom final de semana a todos.

11 de nov de 2009

Nada se cria



Ao reler o livro de Marina Colasanti,Contos de Amor Rasgados, levei um susto. Fazia uma semana que eu havia assistido o filme sobre a tal história de Benjamin Button, lançado e premiado há menos de um ano.

Vejam bem, a edição que tenho é de 1986. E ali dei de cara com o conto "Do fim ao princípio".


"Nasceu de bigodes e acentuada calvície entre as cãs. Não trajava fraque ou flanela cinza de muito respeito. Vinha nu como todo recém-nascido ao inaugurar sua herança.
Asseado, vestido, alimentado de papinhas, levado a passear de cadeira de rodas, logo começou a remoçar. Surgiam os dentes nas gengivas murchas, endireitavam-se as costas, cobria-se a calva de penugem e, já livre de um certo balbuciar baboso, fazia-se clara a fala.
Foi preciso tempo para que, firmes as pernas, se livrasse da cadeira de rodas. Porém demorou mais ainda para subir à tribuna, palco de seus discursos inflamados. E só anos depois de ter galgado o altar, deu a seus pais a felicidade de vê-lo fardado no serviço militar.
Estudante de brilho, criança prodígio, levou uma vida exemplar. E quando afinal morreu, esperneando no berço, todos lhe louvaram a sabedoria.
Só uma mancha turva sua memória. A ânsia quase grotesca com que, próximo ao final, tentava meter-se por baixo das saias e entre as pernas da mulheres, no afã, talvez, de buscar seu destino, bem, além do que permitem as regras de etiqueta, e da vida."

De duas uma: ou muita gente pensa nesssa hipótese, ou alguém em Hollywood andou xeretando essa história.

A não ser as pequenas diferenças, uma coincidência estranha, com cheiro de coisas que também acontecem por aqui, tipo a Globo fazer um seriado com um taxista que escreve num blog e num jornal, na maior cara de pau, copiando meu querido amigo Mauro Castro.

Vai sair sem comentar?

2 de nov de 2009

Para ver na Telinha

Imperdível o documentário do grupo de melanésios que visita a Inglaterra e os EUA. Diferenças culturais, singelismo, espanto, sinceridade nas perguntas e respostas.

Tipo assim:

O chefe enxerga alguns sem teto nos EUA e pergunta por que eles estão dormindo no frio, na rua. O casal responde que eles não possuem casa. Os da tribo questionam: Mas como eles não tem casa? Na nossa tribo, quando alguém não tem casa todos se juntam e constroem uma cabana para ele.

Mais tarde a mulher sai para levar o cachorro da casa para tomar banho e fazer tosa. Os da tribo assistem espantados aquele cuidado todo e não entendem como tratam cães melhor do que humanos. Depois de deixar a mulher sem graça, ele cochicha para o companheiro que aquele cachorro já estaria bom para comer na terra deles.

Nem conto a cara da mulher. Só vendo!

Se tiver chance, assista "Tribo na Cidade Grande". Por enquanto no canal da National Geographic.

Uma amostra aqui no vídeo.

Como treinar o dono do cão?

Uma das coisas mais importantes que aprendi antes de buscar essa coisinha, é que não se deve chamar a atenção do cão usando o nome dele.

Outra, que eles não falam nem português, nem inglês, nem francês, nem espanhol... Eu uso um SHHHH bem alto, ou CHEGA! quando quero que fique quieto ou pare de azucrinar os gatos.

A outra é que o cara mais importante da matilha sou eu. Ou ele jamais me obecerá, nem se sentirá seguro. Tem dias que ele coloca isso à prova. Tem dias que eu mesma me reprovo.

Por pura curiosidade entrei no site desse moço e gostei demais mesmo. Experimente ouvir as gravações que estão lá. Se quiser receber dicas por e-mail, preencha o cadastro.

Você pode seguir aqui dicas bem práticas para ensinar ou corrigir comportamento dos cães. Ou o seu.

Na primeira semana serão lições sobre como educar o cãozinho a fazer suas necessidades onde você quer que ele faça. Na segunda semana dicas de como lidar com excesso de latidos. Hoje recebi informações sobre como lidar com cães desobedientes.

Estou esperando as dicas de como evitar que ele lata dentro do carro para motos, carro, caminhões, ciclistas, outros cães, frentistas de postos. Nenhum comando funciona.


Na foto, Sunshine, que faz 2 anos amanhã, me oferece bugigangas para ganhar colo.