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29 de out de 2009

Ora, direis: Papel!


Visite esse o site onde seus olhos se perderão.

Um dos trabalhos com papel mais lindos que já vi. Fique à vontade para clicar sobre qualquer fotografia(inclusive essa do post) para aumentar, a fim de ver alguns detalhes.


Eu encontrei a galeria de guerreiros e escolhi essa mãe. Mas há muito, muitíssimo mais.

O casal é tão, mas tão especial, que se você quiser eles ensinam como fazer. Topa? Procure a página correta e mande seus dados.
Eu vou ficar aqui fazendo barquinhos, que é tudo o que sei. Que inveja, que inveja!

26 de out de 2009

Porque é segunda-feira


PRIMEIRA PIADA DE HOMEM LOIRO

Um japonês, um baiano e um loiro estavam trabalhando na construção de um edifício de 20 andares. Eles começaram a abrir suas marmitas para almoçar e o japonês disse, irritado:

- Sushi com sashimi de novo! Se eu abrir essa maldita marmita amanhã e encontrar sushi com sashimi me jogo desse prédio!


O baiano abriu sua marmita e gritou:
- Vatapá de novo! Se amanhã meu almoço também for vatapá, me jogo daqui!

O louro abriu a sua e disse:
- Sardinha de novo! Não !!! Se meu sanduíche amanhã for de sardinha de novo, me jogo também!

No dia seguinte o japonês abriu sua marmita, viu o sushi com sashimi e pulou para a morte. O baiano abriu sua marmita, viu o vatapá e pulou também. O loiro abriu o sanduíche, viu que era de sardinha e também se jogou do prédio.

No enterro, a mulher do japonês chorava sem parar, dizendo:
- Se eu soubesse o quanto ele estava cansado de comer sushi com sashimi, eu nunca mais teria posto na marmita dele!

A mulher do baiano também chorava:
- Eu poderia ter feito acarajé ou cuscuz! Não percebi o quanto ele estava odiando comer o vatapá!

Todos se voltaram e olharam para a esposa do loiro:
- Ei, não olhem pra mim. Ele sempre preparou a sua marmita sozinho!
O Leonardo da foto veio daqui.

23 de out de 2009

Gaiata eu sou, sim, senhor!

Peço desculpas bem rapidinho, de imediato, a quem convidou e a quem me colocou na lista de meus seguidores no tal twitter. Esse é o problema, sabe? É ter alguém me seguindo. Logo eu que detesto que me perguntem onde fui, o que fiz e a que horas, com quem, com qual roupa, com que intenção.

É coisa demais para meu barraquinho, sabem? Caixa de mensagens lota se eu ficar dois dias sem abrir. Metade nem vale ler, outros tantos já passaram. Muitos amigos interessantes para visitar em seus blogs, retribuir visitas e cadê disposição e tempo?

Talvez eu esteja no corredor do inferno astral de novo, eis que Janeiro aponta lá no outro quarteirão.

Ou, quem sabe, a primavera me arrebanhou de tal maneira, que eu deixo o computador para tirar folhas amarelas, flores murchas, preparar um buquê; prefiro afofar os canteirinhos de alface, namorar as mudinhas de salsa que espiam da terra e buscam o sol.

Aceitei um convite e de curiosa fui me inscrever, mas não gostei. Muita demora, não tenho muito o que contar além do que escrevo no blog e mando via e-mail. Ou talvez eu esteja mesmo sem paciência, seletiva que sou.

As idéias me ocorrem às dúzias, mas são coisas que não combinam com aquele espaço tão aberto. A quem caberia saber que eu me interesso por filosofia, que não creio em deuses, que astronomia, bichos, culinária e medicina me deixam acesa; que leio muito; que adoro Tv? Que acabei de voltar do supermercado? Que ando com a roupa que me dá na telha? Que fiz almoço; que xinguei o gato? A quem interessa isto?

Que solidão às pencas é essa, que todos fogem para seus computadores e novíssimos meios de contato para contar o que estão fazendo a cada cinco minutos?

Glória a quem gosta, mas eu andei me questionando sobre essa febre de que todo mundo parece sofrer de querer ser visto, ouvido, lido, seguido.

De que se trata? Já não basta o telefone normal. Tem que ter celular, que não dá mais privacidade a ninguém. Nem pensar em ficar sem conexão, esteja onde estiver. Causa quase uma convulsão cerebral a idéia de ficar uma semana sem computador? Ai, credo, se não conseguir abrir a caixa de mensagens. Vai causar um infarto!

Que limitação é essa? Caramba! Não entendo, juro! Parece doença e eu já tenho as minhas manias para agregar outras. Elas podem não se dar bem, quem duvida?

De que medo sofre essa gente? Que epidemia de telhado de vidro é essa? Não é um pouco contraditório isso de querer que a liberdade e privacidade estejam nos primeiros lugares da lista e ao mesmo tempo ficar grudado o dia todo na rede? Cativo e quase doido, convenhamos.

Desculpem e desculpem de novo. Prá mim é demais isso. Eu não quero que me sigam. Eu prefiro que me encontrem, que me descubram, que me cativem. Esse meio de se mostrar é muito frágil pra minha cabeça, sabem? Eu não me sinto assim tão só para querer conversar (sozinha) a cada minuto do dia, com pessoas que nem sabem de mim, só pra acompanhar a moda, ou para mostrar o que sei, o que li, o que disse o fulano.

Vai ver eu não entendi o espírito da coisa. Ou a coisa tem um espírito que não combina comigo. Ou meu espírito esteja já bem adiante disso tudo, como boa aquariana que sou.

Bem, pelo menos ninguém mais está falando do tal iogurte, ufa!!!

17 de out de 2009

A Palavra é...

A palavra retrata como nenhuma outra da língua portuguesa, a situação de muitas instituições, estados, países. Está na moda em todos os canais de televisão, em todos os horários.

Você, por acaso, sabe a origem da palavra esculhambação? Confesso que há alguns anos descobri e deixei de usar. Muito embora eu solte o verbo de vez em quando, fico meio sem graça tanto de falar como de ouvir.

Procurei um dicionário etimológico na rede, mas só comprando. Então encontrei esse blog com um post de 2007. Que ninguém se surprenda: a esculhambação já vem desde a invasão da terra brasilis.

"(...)Quem não conhece as dimensões continentais da nossa esculhambação? Dizer de onde saiu a palavra é um pouco mais difícil. Ninguém discute que se trata de um brasileirismo. Também parece evidente que nasceu por formação expressiva em torno de um tabuísmo, um palavrão. Mas qual? Filólogos eminentes se dividem – e os leitores sensíveis devem entender que não há forma polida de dizer isso – entre o “cu” e o “colhão”.

Silveira Bueno está no primeiro time.Registra: Esculhambar – Desmoralizar, achincalhar, quebrar, arrebentar. É termo da gíria brasileira e primeiramente foi fecenino (sic), arrebentar as nádegas, o cu, a pancadas.

José Pedro Machado concorda com ele. Antenor Nascentes e Antônio Geraldo da Cunha, não. Nascentes, como registra o Houaiss, atribui ao verbo “esculhambar” o sentido primitivo de “ficar com os testículos (colhões) feridos de tanto andar a cavalo”.

Conclui-se, sem dificuldade, que não há nada que brasileiro não consiga, desculpe, esculhambar.

O texto completo está numa página deste blog. Paragrafei para facilitar, não para bagunçar.

O sic é da autora, eis que a palavra correta é "fescenino". Silveira Bueno que despeça seu revisor.

15 de out de 2009

É de cair a queixada

Sim senhor! Literalmente.

Se você não tem idéia do que isso tem a ver com arte, decifre aqui.
Último aviso: segure o queixo
Dica de Bruno.

9 de out de 2009

Isso me dá medo!




Não basta que tenham destruído atóis com testes idiotas,
que tenham sujado os mares,
queimado e derrubado florestas,
emporcalhado rios,
matado crianças e civis inocentes com desculpas absurdas;
que tenham invadido casas e vidas,
vitimado bilhões de animais indefesos em testes de laboratório,
derrubado sonhos,
esburacado o chão para enriquecerem,
secado mares,
usado nosso dinheiro para fins escusos,
testado remédios em cobaias humanas,
eliminado do planeta milhões de espécies?

Quem deu licença para atacarem a Lua, podem explicar, se fazem o favor?

Qualquer coisa em nome da ciência?

Ainda não estou refeita de terremotos, furacões, chuvas e laranjeiras assassinadas pelos bandidos do MST, para ver isto.

Alguém precisa informar a eles que a Lua é de todos.

Como a poesia sobreviverá, se começarem a atacar a indefesa Lua?

A foto veio do Beco dos Poetas e Escritores (vale uma visita, com certeza!)

7 de out de 2009

Da série "Cada uma!"

Para espantar seu riso

Nestes tempos em que para cada vaga há duzentos candidatos e outros tantos cobiçando, melhor não mexer nas bolas do chefe.

Foi só uma batidinha!


Espie aqui de todos os ângulos, o que acontece dentro e fora dos carros num encontro entre o passado e o presente.

Aquele "chicote" no pescoço dos motoristas, ai! ui! Não há cérebro que resista.

Por oportuno, seguem as regras para transporte de crianças, por faixa etária.

Você também sente vontade de parar o motorista, quando vê que há uma criança solta, ou o que é pior, espiando entre os assentos dianteiros para conversar com papai e mamãe?

6 de out de 2009

Tá sabendo, Mano!?!

VOCÊ SABE QUE ALGUÉM É PAULISTANO QUANDO...

Na fala:
a) chama o semáforo de 'farol';
b) diz 'bolacha' em vez de biscoito;
c) diz 'cara' em vez de menino;
d) diz 'mina' em vez de menina;
e) diz 'bexiga' em vez de balão;
f) diz 'sorvete', tanto para picolé como para sorvete de massa;
g) acha que não tem sotaque nenhum;
h) ri do sotaque de todo mundo (gaúcho, carioca, mineiro, nordestino,etc...);
i) vê uma pessoa mal vestida e chama de 'baiano';
j) é extremamente possessivo, pois emprega a palavra 'MEU' em praticamente todas as frases.

No clima:
a) fala sobre o tempo para puxar assunto;
b) enfrenta sol, chuva, frio, calor, tudo no mesmo dia e acha legal...
c) sai todo agasalhado de manhã, tira quase tudo à tarde e põe tudo de volta à noite;
d) tem mania de levar o carro para polir no sábado ou no domingo. O carro fica brilhando, só que toda vez que vai sair com ele para passear... chove.

Na praia:
a) fala que vai para praia sem especificar qual;
b) fica a temporada no Guarujá, Maresias ou Ubatuba, mesmo que chova mais do que faça sol;
c) chama Ubatuba de 'Ubachuva';
d) fala mal da Praia Grande, mas toda virada de ano fica sem dinheiro e acaba indo para lá.

Nas esquisitices:
a) faz fila para tudo (elevador, banheiro, ônibus, banco, mercado, casquinha do MC'DONALDS, etc.);
b) repara nas pessoas como se fossem de outro planeta;
c) cumprimenta os vizinhos apenas com 'oi' e 'tchau';
d) espera a semana inteira pelo final de semana e quando ele chega, acaba não fazendo 'nada';
e) convida: 'Passa lá em casa', mas nunca dá o endereço;
f) chama o povo do interior de São Paulo de 'caipira'.


Essa lista é dedicada a Neu, que não é paulistano, mas se não bastasse ser paulista, ainda foi exportado para Curitiba.Vai aumentar a lista, com certeza!

Recebi por e-mail e desconheço o autor, que será citado se provar a autoria da brincadeira.

5 de out de 2009

Não perdoe ninguém


Antes de fazer uma compra, assinar contrato, alugar, olhar e cobiçar, em lojas virtuais ou não, passe pelo site e veja se alguém já botou a boca no trombone com reclamação.

Democrático e grátis.

Lê, essa tua sugestão vai ajudar alguém, com certeza!

O cartaz veio daqui.

É de doer!



"Feliz é aquele que conhece o perfume do que perdeu."
Ditado sufi, citado por Miguel Falabella.
Rubra, fotografada por mim.

2 de out de 2009

Não esqueça de baixar a tampa

A propósito do texto que divulguei, carregado de ironia, recebi um ilustre comentário, que está disponível na caixa destinada a que cada um diga o que pensa.

A autora, se o deixou, a priori deve concordar que eu o transfira para este espaço. Sendo assim e para encerrar esta, mas quem sabe iniciar nova celeuma, vamos a quem entende. Ressalto que o colorido no texto é meu e é proposital e espacei o texto para facilitar a leitura.

"Não conheço a assinante deste texto, mas não poderia deixar passar em branco. Sou mestre em Tecnologia e Inspeção de Produtos de Origem Animal pela UFMG e o tema de minha pesquisa foi exatamente esse - OS PROBIÓTICOS. Probióticos são microrganismos benéficos a saúde humana. E uma das espécies mais importantes são as Bifidobactérias.

Quando nascemos, nosso intestino não possui nenhum tipo de microrganismos e as primeiras a colonizarem nosso intestino são as bifidobactérias. Ao colonizar nosso trato intestinal impedem que microrganismos patogênicos se fixem a mucosa intestinal, produzem substâncias que estimulam o peristaltismo, produzem substâncias "antibióticas" combatendo os microrganismos indesejáveis, estimulam o sistema imunológico, previnem câncer, etc.

Inclusive o principal nutriente das bifidobactérias são açúcares (Prébioticos) presentes no leite materno. Já existem diversos trabalhos científicos que comprovam os efeitos benéficos das bactérias probióticas.

Entretanto, para que consigam chegar ao intestino é necessário que sobrevivam ao suco gástrico e aos sais biliares. E existe um consenso de que se a bactéria for isolada da própria espécie a que se destina, a chance dela ser resistente e colonizar o intestino será maior.

No Brasil, já foram desenvolvidas diversas pesquisas e com o isolamento de microrganismos de humanos e de animais. Na área de veterinária, o uso de probióticos na criação de aves, suínos, bezerros diminui ou substitui o uso de antibióticos e melhora o desenvolvimento animal.

Sendo assim, a PRO BIOTICO significa a favor da vida. E, ainda bem que nosso intestino está repleto deles. O nome que damos a eles é MICROBIOTA intestinal. Uma microbiota equilibrada (ecossistema) é nossa primeira defesa contra microrganismos patogênicos. Quando ingerimos um alimento com bactéria patogênica é preciso que ela rompa esse equilibrio e colonize a mucosa intestinal.

Não posso falar da eficiência do Activia, pois não o testei. Mas quanto aos probióticos sou uma defensora. E no Brasil isso ainda é novidade. E na Europa e no Japão já existem até balas e sorvetes com probióticos. Além de diversas pesquisas e trabalhos comprovando a sua eficiência.

E não tenha receio de estar comendo cocô. O fermento (bactérias) utilizado na fabricação do iogurte são preparados de forma que só as bactérias são adicionadas ao produto. É mais seguro e higiênico que nossa própria boca.

Abraço,

Tânia Resende Garcia
Médica VeterináriaMestre em tecnologia e Inspeção de Produtos de Origem Animal - UFMG
29/09/09 21:53"


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Agora eu:

As bactérias você já tem. Se não tiver reponha, se for de seu agrado. Continue bebendo água, ingerindo fibras, legumes, frutas e deixe de lado o pão branco, refrigerantes, muita carne vermelha. Ouça seu médico.

Repito, porque é um direito meu: nunca mais vou conseguir ingerir esse negócio, sem lembrar de seu linck escatológico, não importa o quanto foi lavado e isolado.
Salve, salve!

1 de out de 2009

Jornalistas por correspondência


Enquanto lavava a loucinha do almoço, ouvi a entrevista do nosso belo(muito belo)Ministro da Educação, a propósito do roubo e tentativa de venda da prova do ENEM ao Jornal Estado de São Paulo.

Primeira e feliz conclusão: ainda existem pessoas honestas, sim senhor!

Segunda conclusão: alguns dos jornalistas que vão a essas entrevistas são surdos ou não sabem o que perguntar desde sempre.

Sobre esta, explico: a mesma pergunta foi formulada ao Ministro e seu acompanhante cinco, sim, cinco vezes. Santa paciência!
Depois que ele encerrou a declaração/entrevista, foi cercado de microfones e choveram, adivinhem quais perguntas? As mesmíssimas que já haviam sido formuladas.
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Algum professor atento mandaria essa turminha voltar aos bancos escolares. Quem sabe fazer a prova do ENEM, hein?

A foto veio deste site.