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27 de jul de 2007

Da série "Os Crápulas"

Eu também não agüento mais!

É só para torcer o arame. Porque alguns perderam ou desviaram o foco, apontando para a belezura ou atitude da mulher que se deu ao luxo(ou nojo) de transar com ele, depois de posar nua ou mostrar seus atributos em revistas(imagens que agora voam e pousam em todos os computadores).

Apenas para lembrar que não deveria ser o que os dois fizeram na cama que importa, mas por qual dinheiro ele se vende.

Ela que se dê a quem quiser, mas que seu amante não tire de meus impostos o dinheiro para financiar suas badernas e safadezas.

De bom grado cederia esse privilégio para pagar sua cama na prisão. E de mais uns duzentos que se vendem por um pouco mais ou um pouco menos...

Não garanto a autoria, mas se dela for, mostra que tem algo além de cara e pernas de revista.

Leia sem pressa.

Estala o chicote, Thereza!

TEXTO DE THEREZA COLLOR
Publicado por Mendonça Neto, Jornal Extra - Rio de Janeiro.

Carta aberta ao Senador Renan Calheiros

"Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz". As vacas de
Renan dão cria 24 h por dia. Haja capim e gente besta em Murici e em
Alagoas!

Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma
humana. Você sabe manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as
fraquezas.

Do menino ingênuo que eu fui buscar em Murici para ser
deputado estadual em 1978 - que acreditava na pureza necessária de uma
política de oposição dentro da ditadura militar - você, Renan Calheiros,
construiu uma trajetória de causar inveja a todos os homens de bem que se
acovardam e não aprendem nunca. A ousar como os bandidos.

Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado
momento, que a vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta
fúria do desatino, que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se.
Fosse qual fosse o preço, Renan Calheiros nunca mais seria o filho do
Olavo, a digladiar-se com os poderosos Omena, na Usina São Simeão, em
desigualdade de forças e de dinheiros.

Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto,
descobriria um atalho, um ou mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe,
um dia derrotaria todos eles, os emplumados almofadinhas que tinham
empregados cujo serviço exclusivo era abanar, durante horas, um leque
imenso sobre a mesa dos usineiros, para que os mosquitos de Murici (em
Murici, até os mosquitos são vorazes) não mordessem a tez rósea de seus
donos: Quem sabe, um dia, com a alavanca da política, não seria Renan
Calheiros o dono único, coronel de porteira fechada, das terras e do
engenho onde seu pai, humilde, costumava ir buscar o dinheiro da cana, para
pagar a educação de seus filhos, e tirava O chapéu para os Omena, poderosos
e perigosos.

Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu
a alma, como o Fausto de Goethe, e pediu fama e riqueza, em troca.

Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas
de bancada de Fernando Collor, aproximaram-se dele e se aliaram, começou a
ser parido o novo Renan.

Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento,
um intuitivo. Que nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou
direito. Os seus colegas de Universidade diziam isso. Longe de ser um
demérito, essa sua espessa ignorância literária faz sobressair, ainda mais,
o seu talento de vencedor.

Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici,
que forneceu a você o combustível do ódio à pobreza e o ser pobre. E
Renan Calheiros decidiu que, se a sua política não serviria ao povo em
nada, a ele próprio serviria em tudo. Haveria de ser recebido em Palácios,
em mansões de milionários, em Congressos estrangeiros, como um príncipe, e
quando chegasse a esse ponto, todos os seus traumas banhados no rio Mundaú,
seriam rebatizados em Fausto e opulência; "Lá terei a mulher que quero, na
cama que escolherei. Serei amigo do Rei."

Machado de Assis, por ingênuo, disse na boca de um dos
seus personagens: "A alma terá, como a terra, uma túnica incorruptível."
Mais adiante, porém, diante da inexorabilidade do destino do desonesto, ele
advertia: "Suje-se, gordo! Quer sujar-se? Suje-se, gordo!"

Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal
pela segunda vez. Nesse mandato, nascia o Renan globalizado, gerente de
resultados, ambição à larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos
da consciência. No seu caso, nada sobrou do naufrágio das ilusões de moço!
Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou essa sua campanha
com US1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista
Milton, enquanto você esperava, bebericando, no antigo Hotel Luxor, av.
Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho.

E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre
seus eleitores havia pobres universitários comunistas e usineiros
deslumbrados, a segui-lo nas estradas poeirentas das Alagoas, extasiados
com a sua intrepidez em ganhar a qualquer preço.

O destemor do alpinista, que ou chega ao topo da
montanha e é tudo seu, montanha e glória - ou morre. Ou como o jogador de
pôquer, que blefa e não treme, que blefa rindo, e cujos olhos indecifráveis
intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe.

Você, Renan não tem alma, só apetites, dizem. E quem, na
política brasileira, a tem? Quem, neste Planalto, centro das grandes
picaretagens nacionais, atende no seu comportamento a razões e objetivos de
interesse público? ACM, que, na iminência de ser cassado, escorregou pela
porta da renúncia e foi reeleito como o grande coronel de uma Bahia
paradoxal, que exibe talentos com a mesma sem-cerimônia com que cultiva
corruptos? José Sarney, que tomou carona com Carlos Lacerda, com Juscelino,
e, agora, depois de ter apanhado uma tunda de você, virou seu pai-velho,
passando-lhe a alquimia de 50 anos de malandragem?

Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de
princípios? O presidente Lula, que deu o golpe do operário, no dizer de
Brizola, e hoje hospeda no seu Ministério um office boy do próprio Brizola?
Que taxou os aposentados, que não o eram, nem no Governo de Collor, e
dobrou o Supremo Tribunal Federal?

No velho dizer dos canalhas, todos fazem isso, mentem,
roubam, traem. Assim, senador, você é apenas o mais esperto de todos, que,
mesmo com fatos gritantes de improbidade, de desvio de conduta, pública e
privada, tem a quase unanimidade deste Senado de Quasímodos morais para
blindá-lo.

E um moço de aparência simplória, com um nome de pé de
serra - Siba - é o camareiro de seu salvo-conduto para a impunidade, e fará
de tudo para que a sua bandeira - absolver Renan no Conselho de Ética -
consagre a sua carreira.

Não sei se este Siba é prefixo de sibarita, mas, como
seu advogado in pectore, vida de rico ele terá garantida. Cabra bom de
tarefa, olhem o jeito sestroso com que ele defende o chefe... É mais
realista que o Rei. E do outro lado, o xerife da ditadura militar, que,
desde logo, previne: quero absolver Renan. Que Corregedor!... Que
Senado!...

Vou reproduzir aqui o que você declarou possuir de bens
em 2002 ao TRE.

Confira, tem a sua assinatura:

1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$ 800 mil,
2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$
700 mil,
3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil,
4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil E SÒ.


Você não declarou nenhuma fazenda, nem uma cabeça de
gado!! Sem levar em conta que seu apartamento no Edifício Tartana vale, na
realidade, mais de R$1 milhão, e sua casa na Barra de São Miguel, comprada
de um comerciante farmacêutico, vale R$ 1.000.000.

Só aí, Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMONIO DE
CERCA DE R$ 5.000.000. Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2
milhões, como comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome de
laranja? Que herança moral você deixa para seus descendentes.

Você vai entrar na história de Alagoas como um político
desonesto, sem escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale
a pena?

Uma vez, há poucos anos, perguntei a você como estava o
maior latifundiário de Murici. E você respondeu: "Não tenho uma só tarefa
de terra. A vocação de agricultor da família é o Olavinho." É verdade,
especialmente no verde das mesas de pôquer!

O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação.
Dificilmente você será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices.
Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta
o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento
desonesto e mentiroso.

Hoje, perguntado, o povo fecharia o Congresso. Por causa
de gente como você!


Mendonça Neto - JORNAL EXTRA



Por favor, divulguem pro Brasil inteiro, pra ver se o Congresso cria vergonha na cara.

Os alagoanos agradecem..


Thereza Collor.

25 de jul de 2007

Segure Firme!

Segure bem firme no volante, fique atento aos sinais, cuidado com domingueiros, pilotos de prova aloprados, portadores de vapores alcoólicos, orelhas grudadas em celulares.
Não aceite provocações, faça manutenção de vez em quando e sempre antes de viajar, economize combustível.

No mais, que São Cristóvão cuide do que você não cuidar.


Um abraço aos motoristas, responsáveis pelo transporte de sonhos, mercadorias, filhos, pais, amigos, filhos dos outros, pais dos outros...
Fotos minhas(Coisas daqui).

20 de jul de 2007

Encontrando Soluções


Eles cansaram de ver isto.
E agora estão fazendo e vendendo isto!
Você entra no site, clica nos links, admira os produtos e descobre que tem gente vendendo coisas lindas, originais e inteligentes perto de você(tem endereço de lojas e de vendedores no site).

Que idéias para dar de presente para você mesmo ou para fazer sucesso no dia da criança, aniversários, dia dos pais, natal...



18 de jul de 2007

Além do racional

Eu pensei, quando soube, e de novo agora há pouco:

-Tenho que tirar aquelas fotos do blog(aí embaixo). Vai parecer ofensa, ou, no mínimo falta de sensibilidade!

Primeiro que não foi de modo pensado. Eu só soube do desastre lá pelas 20:00 horas.

Mas não posso me impedir de pensar que eu ia colocar uma foto de um rastro de fumaça de avião, com um comentário irônico sobre o rumo( a fumaça faz um "S" contra o azul) que o piloto estava tomando.

E agora, quando vim conferir o que havia escrito, para ter certeza de que meu post estava isento de ironia, um arrepio em todo corpo. Olhe a hora que eu fechei o texto!

Quero continuar pensando que foi só coincidência.

(Quem acreditar em orações, faça uma prece; quem acreditar em energia, mande um pouco dela para as pessoas que estão chorando suas perdas.)

17 de jul de 2007

Tudo bem aí em cima?




Enquanto as coisas por aqui continuam travadas, sabedoria é ficar de olhos abertos!

11 de jul de 2007

Olhos maiores que a barriga?

Coloque no prato apenas a quantidade de comida que você vai comer. Tudo o que sobrar não vai levar você para o inferno por jogar comida fora. Vai parar no lixo. Que vai para o lixão. Que deixou de ser assunto só de "chatos" que falam em ecologia.



A foto veio deste site apetitoso

7 de jul de 2007

Mais que Maravilhoso!

Muita coisa já mudou desde que a gente cochichava as descobertas sobre o sexo, gravidez, nascimento. Ainda bem!

Quem não teve oportunidade de ver esse documentário na televisão, tem aqui uma boa chance de assistir, explorar e se maravilhar com o que a tecnologia fez com esse assunto.

E de quebra pode ser um bom auxiliar para mostrar às crianças( e às nem tão crianças assim) o que se passa depois do bem-bom, com seres humanos e animais.

Guarde o site e veja alguns vídeos por dia. Mostre também para aquelas crianças que já passaram dos 15, 20, 30,40...

Não deixe de explorar também o que aparece aqui

Tem alguma coisa acontecendo com esse blog. Não há jeito de colocar título. Vai ver é por causa do palavrão do blog aí debaixo.

6 de jul de 2007

Chega de Merda!

Faço o possível para respeitar as opiniões alheias, sejam elas de amigos ou não. Mas isso não quer dizer que eu tape meus olhos ou perca a memória, quando leio o que alguns deles escrevem ou ratificam e espalham por aí. Xingar pode ser um jeito fácil de chamar a atenção, mas quem tem telhado de vidro...

Até o final do texto vai ficar mais claro, espero. Quem não gosta de textos longos, procure o Copy & Paste. Lá tem resumos bem-humorados, xingamento, textos revoltados, e muita merda também.

Então, dá licença que agora quem vai ligar o ventilador sou eu!

Começou com a distribuição das capitanias hereditárias, passou pela escravidão, dizimação de indígenas, apropriação de terras, algumas baianadas, garrafadas, esfarrapados, algum idealismo e o bolso enchendo, o bolso enchendo, tanto aqui como na terrinha além-mar.

Deu-se melhor quem roubou mais, apropriou-se mais e matou mais. Terras a perder de vista, filhos virando doutores e continuando a saga. Vieram os fugidos das guerras e alguns acordavam de manhã, de madrugada, pegavam no cabo da enxada e só descansavam depois das estrelas aparecerem. Outros continuaram roubando, apropriando-se, virando doutores, continuando a saga.

Muitos anos depois a roubalheira continua, sim. Isso é terrível? SIM! Nas concorrências, no armazém, nos Bancos, nos transportes, nos camelôs, nas farmácias, na mercadoria sem nota fiscal, na liberação de empréstimos, na obtenção de favores por conta de amizades, na manutenção de status por conta de partidos políticos.

E a roubalheira continua...

Enquanto isso, os menos privilegiados, que racham os pés andando 20 quilômetros para encontrar água para fazer comida, ou vêem todos os anos os mirrados grãos secarem na esturricada terra, os poucos animais morrerem à mingua, as crianças só viverem 5 anos, assistem o aparecimento de mais latifúndios(herança das capitanias, lembra?). São os que recebem mais favores para a irrigação, roubam mais terras e com aqueles administradores de bancos que favorecem por amizade, continuam lucrando e comprando mais terras a preço de banana(da comprada em sacolão).

E os favores continuam. E a roubalheira continua. E os trabalhadores braçais, daqueles que a gente nem lembra enquanto come pão, carne ou uma salada de alface, continuam suando, enquando a turma de doutores, fica à frente de computadores, xingando a mãe de todo mundo, porque não concordam com o que assistem na televisão.

Eu também não concordo, repito: eu também não concordo, e faço minha parte para mudar alguma coisa, pelo menos perto de mim. Mas daí a dizer que os que recebem alguma esmola ou benefício social devem morrer de fome, sem assistência médica, sem água, sem qualquer conforto, para que eu não precise pagar impostos(excessivos, eu sei, não sou alienada!) é pedra grande demais na minha garganta.

Espera aí! Desde a hora que eu levanto de manhã, sou uma privilegiada. Porque tive acesso a escola, a livros, a roupas, a calçados, fui poupada de ter que ir capinar(alguns privilegiados vão ter que ir ao dicicionário para saber o que é isso) ou carregar sacos de mercadorias, ou virar indigente, empregada doméstica, ou morrer antes dos 5 anos. Meus pais conseguiram trabalho, foram atrás dele, nunca esperaram favores, nunca pediram favores. Meu pai era motorista de caminhão, dos que vão até a roça buscar porcos, milho, feijão. Minha mãe saiu de casa ainda moça para dar aulas durante 8 horas por dia, num lugar muito mas muito pequeno. Privilegiados.

Até a hora que vou deitar passo por pelo menos outros sessenta privilégios, inclusive este que me permite esccrever num teclado e ver as palavras aparecerem numa tela.

Então, por favor, não me venha dizer que desistiu do país onde nasceu, porque vê injustiças e roubalheira. Não me venha encher os olhos com mediocridade e hipocrisia depois de obter emprego através da política(a mesma que rouba, lembra?) e passar vários anos recebendo salários pagos por pessoas que recolhiam seus impostos, muitas vezes negando aos seus familiares um livro ou uma roupa que bem necessitavam. Até comida.

Eu lembro bem do tempo em que trabalhava num Banco o que ouvi de um colega que havia visitado um agricultor atrasado em suas parcelas de empréstimo. Ele foi encontrado com a família reunida em torno de um tacho de água onde ferviam algumas abóboras e batatas doces, que era tudo o que lhe restara para dar aos filhos, porque o Banco onde eu e mais uma porção de gente trabalhava havia tirado dele tudo. O Banco que pagava o meu salário e de mais uma porção de gente. Nem você nem eu perdemos o sono por coisas assim, não é? E isso continua acontecendo desde sempre. Não é novidade .

Não endosso nenhuma merda feita por quem quer que seja, ou de que partido seja, não sou do PT nem de partido nenhum, mas é muito fácil negar ajuda quando se dorme de barriga cheia, com cobertores, de banho tomado, sem pensar se sua casa será tomada ou se a seca levará mais um de seus filhos.

Nós somos privilegiados, SIM! E devemos, SIM! a esses miseráveis(não aos vagabundos sem vontade de trabalhar, tipo MST e similares) estejam no norte ou no sul.

Enquanto vocês desistem do país onde nasceram, tem gente fazendo, anonimamente, virando noites, dando do mesmo pão que seus filhos comem aos que nunca tiveram privilégios. Criando oportunidades. Virando a mesa, acusando mas oferecendo alternativas. Fazendo e não apenas criticando ou desligando a tv quando mais uma roubalheira(de todos os partidos, não esqueça) aparece no noticiário.

Esse círculo de privilegiados, do qual eu faço parte, deveria se olhar no espelho e ter vergonha. Não de seu país. Mas de seu passado, por não ter dividido, por não ter protegido, por não ter escolhido bem, por ter roubado e mamado o quanto podia e agora que é obrigado a dividir, reclama. Essas mesmas pesssoas que propagam a generosidade em mensagens e textos, que mandam mensagens de Natal, desejando PAZ, LEALDEADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, deveriam sentir vergonha todos os dias. Não de seu país. De sua atitude de boi de boiada.

Muitos de nós só estão vivos porque alguém lá atrás surrupiou, roubou, tomou, fez valer a influência política ou de parentesco. Muitos de nós só estudaram porque outros 200 ficaram sem escola. Muitos de nós só comem porque outros 200 não têm o que comer.

Desistir de seu país porque tem muita coisa por mudar e fazer? Talvez seja melhor desistirem de si próprios pela cegueira, pela falta de humanidade, pela hipocrisia.

Vai assim, sem correção, sem cortar uma só palavra. Se isso resultar em mais indignação, ótimo! Se acertar em algum sócio deste nosso clube de privilegiados, que aponta o dedo mas não faz muita coisa para mudar, ofenda-se. É direito seu. Eu só estou espalhando a merda que entra na minha caixa de mensagens quase todos os dias.

4 de jul de 2007

Até quando? Até quando?

Muito já se falou e muito ainda se sangrará em palavras antes que essa estupidez cicatrize.

Com tantas coisas erradas no nosso país, ainda sobra indignação para ver o que acontece nos outros países? Acontece que tudo faz parte da humanidade. E quando amigos meus daquele civilizado país choram com palavras e fotos a vergonha da bandeira americana, no dia da independência, bem, você sabe que nem tudo está perdido.


Sim, Jim, eu também teria vergonha!

Por tantas crianças dilaceradas. Por tantas famílias interrompidas. Por tantos sonhos esmagados. Por tantas infâncias roubadas. Por tantos mortos. Por tantas mães e pais de coração partido. Por tantos filhos que jamais conhecerão seus pais. Por tantas casas derrubadas. Por tantos irmãos que não têm mais com quem dividir seus brinquedos. Tantos jovens sem perspectiva. Cegos. Aleijados, paralíticos, enlouquecidos com os horrores que viram e praticaram.

Para satisfazer a sanha de alguns homens que foram educados para vencer sempre, para dominar sempre, para ter tudo sempre. Para nunca ouvirem um não.

Sim, amigo, não há muito de que se orgulhar. Mas há ainda muito o que chorar!

2 de jul de 2007

É a mãe!

Truque de edição na carinha de Evangeline Lilly para ver como ela ficará quando mais velha?


Para ver mais fotos, filmes, biografia, prêmios, clique aqui Uma atriz mais que talentosa.


Aqui Evangeline Lilly e suas sardas(fotos, biografia, fã clube, Lost).
Como diz o ditado: A fruta nunca cai muito longe da árvore.